(HOMENS) PELA METADE
Entre explosões de violência e silêncios sufocantes, (HOMENS) Pela Metade investiga como a repressão emocional molda homens que aprenderam a viver distantes de si mesmos.
Entre explosões de violência e silêncios sufocantes, (HOMENS) Pela Metade investiga como a repressão emocional molda homens que aprenderam a viver distantes de si mesmos.
O lar fragmentado pela vulnerabilidade social encontram, nos afetos e nas redes de apoio, novas formas de pertencimento e esperança. Entre memórias, desafios e sonhos, o documentário Outros Abrigos, revela a potência transformadora da periferia e a construção de futuros possíveis. Uma história sobre resistência, dignidade e a coragem de imaginar horizontes maiores que as desigualdades.
O Vencedor de Melhor Curta de Ficção do 2º Prêmio de Curtas-Metragens Coletivo Cine-Fórum 2026, Aparição, nos leva a calmaria do mar e os reflexos da água conduzem uma narrativa sensível sobre infância, identidade e amadurecimento, revelando os conflitos entre afeto, rigidez familiar e a busca por se reconhecer em meio às imposições da vida e também da existência.
O Vencedor de Melhor Curta Experimental do 2º Prêmio de Curtas-Metragens Coletivo Cine-Fórum 2026, Corpos Santos (2026), explora as relações entre corpo, desejo, religiosidade, identidade e liberdade, propondo uma reflexão sensorial sobre a experiência humana, a culpa, o prazer e as múltiplas formas de existência e resistência dos corpos.
No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, refletir sobre o preconceito e suas consequências torna-se ainda mais urgente. Esse texto percorre diferentes produções cinematográficas que abordam as violências sofridas pela população LGBTQIAPN+, especialmente as chamadas “terapias de conversão” e os espaços que prometem uma falsa “cura”. Uma leitura para pensar o papel da arte no enfrentamento ao preconceito, na defesa da diversidade e na construção de uma sociedade mais humana e acolhedora.
O retorno de O Diabo Veste Prada aos cinemas abandona qualquer nostalgia confortável para transformar elegância em sintoma de desgaste. Em O Diabo Veste Prada 2, o universo da moda já não aparece como promessa de ascensão, mas como espaço atravessado pelo medo da irrelevância em uma era dominada por algoritmos, excesso de imagens e reinvenção constante.
O que Bom Trabalho nos deixa claro é que os homens, na verdade, ainda têm muito a aprender sobre eles mesmos, principalmente com as mulheres. E que muito do que forma o ideal de um homem é extremamente prejudicial; que o machismo é ruim até para os próprios homens.
Dinheiro Na Mão é Vendaval (2026) nos joga em uma Curitiba onde dívida, poder e sobrevivência se misturam na trajetória de Fino, um homem à beira do colapso. Entre violência, afeto e crítica social, o curta revela um mundo onde “todo mundo deve pra alguém”. Um universo tenso, humano e profundamente atual, explorando trabalho, desigualdade e as contradições do capitalismo. Vem ler a crítica completa.
Universidade Estadual de Goiás e Instituto Federal de Goiás tem cursos superiores de Cinema, nenhuma dessas pessoas são creditadas na série. Goiás tem pelo menos 4 produtoras de cinema, nenhuma auxiliou ou produziu a série. Walter Salles é da família dona do Itaú, Mendonça Filho foi criado no exterior, 3% é criada por um Espanhol e Emergência Radioativa, série sobre o maior desastre radioativo do mundo, ocorrido em Goiânia, sem nenhum goiano na ficha técnica – é uma boa série para começar questionar até quando?
Isso aqui é muito mais que um texto, é uma reflexão sobre a violência contra as mulheres e o papel da arte como forma de memória e denúncia. A partir de filmes, documentários e narrativas históricas, é possível [e importante] perceber como o audiovisual contribui para compreender e enfrentar essa realidade. Um texto potente que deve, merece e é obrigatório ser lido neste Mês Internacional das Mulheres.