NO MÊS DA MULHER, A ARTE COMO MEMÓRIA CONTRA A VIOLÊNCIA

Isso aqui é muito mais que um texto, é uma reflexão sobre a violência contra as mulheres e o papel da arte como forma de memória e denúncia. A partir de filmes, documentários e narrativas históricas, é possível [e importante] perceber como o audiovisual contribui para compreender e enfrentar essa realidade. Um texto potente que deve, merece e é obrigatório ser lido neste Mês Internacional das Mulheres.

PRÉDIO VAZIO TRANSFORMA A COSTA TURÍSTICA BRASILEIRA EM UM MONUMENTO ASSOMBRADO DO CAPITALISMO SAZIONAL

Rodrigo Aragão transforma um edifício abandonado à beira-mar em muito mais do que um cenário de horror. O filme constrói uma atmosfera inquietante que mistura suspense, estética marcante e uma reflexão perturbadora sobre o turismo sazonal e seus impactos nas cidades brasileiras. Entre fantasmas, corredores decadentes e uma narrativa carregada de simbolismo, a obra revela como certos vazios urbanos podem refletir desigualdades e estruturas sociais invisíveis.

O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO

Entre o cinema, a educação e as urgências climáticas, O Menino que Descobriu o Vento ganha uma leitura que vai além da tela. Neste ensaio crítico, a obra dirigida e protagonizada por Chiwetel Ejiofor é analisada como ferramenta pedagógica, experiência formativa e reflexão política sobre desigualdade, juventude e meio ambiente.

ANTES DA ESTATUETA, A CONSAGRAÇÃO: O BRASIL NO OSCAR 2026

O cinema brasileiro vive um momento histórico — e este texto é um convite para refletir além das premiações.
Entre conquistas inéditas, memória, identidade cultural e o fortalecimento da nossa indústria audiovisual, esse ensaio propõe um olhar sensível e crítico sobre o impacto das indicações e vitórias recentes para o Brasil e para o mundo.

Quando o trauma não passa: Godzilla Minus One e a recusa da catarse

E se o verdadeiro monstro não fosse a destruição, mas aquilo que insiste em não passar? Aqui, Godzilla deixa de ser apenas ameaça física e se torna a materialização de uma ferida histórica que retorna sem aviso — e sem catarse. Um convite à leitura que troca o espetáculo pela reflexão e pergunta, sem concessões: o que significa seguir vivo quando o passado se recusa a ficar para trás?

À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964): o clássico brasileiro de Mojica

Entre o medo, a censura e a genialidade, este texto revisita Zé do Caixão como muito mais que um ícone folclórico: um gesto radical de cinema brasileiro. Uma leitura que revela como José Mojica Marins criou um terror enraizado em nossas crenças, medos e contradições. Clique e descubra por que À Meia-Noite Levarei Sua Alma segue perturbando — e orgulhando — o imaginário nacional.