REPARAÇÃO (2026) – ENTERRADO VIVO E ENFERRUJADO
Entre fragmentos de memória, ferrugem e luto, Reparação constrói um retrato sensível da deterioração dos corpos, da cidade e dos afetos. Misturando autobiografia e ficção, o filme acompanha Marcus em seu enfrentamento com a perda dos pais, a herança simbólica da dor e a tentativa incessante de restaurar aquilo que o tempo, a maresia e a morte insistem em corroer. Em imagens em preto e branco, a obra transforma o desgaste em linguagem e a ruína em possibilidade de escuta.










