GEORGE ROMERO E O DR. FRANKENSTEIN DA EMPATIA
Entre o grotesco e o sublime, George Romero transforma seus zumbis em metáforas da sociedade e da condição humana, questionando os limites da sobrevivência, da barbárie e da empatia diante do outro.
Entre o grotesco e o sublime, George Romero transforma seus zumbis em metáforas da sociedade e da condição humana, questionando os limites da sobrevivência, da barbárie e da empatia diante do outro.
Esse texto é uma reflexão sensível sobre Vivre Sa Vie (1962), de Jean-Luc Godard, que investiga a liberdade formal do cinema, a construção da personagem Nana e as possibilidades estéticas e existenciais abertas pela imagem cinematográfica.
Do princípio formulado por Anton Pavlovitch Tchekhov ao terror contemporâneo, este é um texto investiga como promessas narrativas moldam o suspense e dão sentido ao caos. Ao analisar Obsessão, este ensaio revela como detalhes mínimos sustentam toda a engrenagem dramática. Entre teoria, exemplo e provocação.
Um filme que narra o olhar de quatro adolescentes na década de 70. A obra constrói uma atmosfera melancólica para refletir sobre as dores da adolescência feminina, evidenciando sentimentos de solidão, incompreensão e vazio existencial. O filme propõe uma crítica à repressão e à invisibilidade do sofrimento feminino, destacando como a dor das garotas é observada, mas raramente compreendida.
Entre amores interrompidos, solidão urbana e beleza melancólica, o texto mergulha no universo cinematográfico de Wong Kar-Wai para mostrar como seus filmes revelam, com delicadeza e intensidade, as dores, desejos e contradições do amor humano. E por que é impossível sair ileso dessa experiência.
Entre o cinema, a educação e as urgências climáticas, O Menino que Descobriu o Vento ganha uma leitura que vai além da tela. Neste ensaio crítico, a obra dirigida e protagonizada por Chiwetel Ejiofor é analisada como ferramenta pedagógica, experiência formativa e reflexão política sobre desigualdade, juventude e meio ambiente.
O cinema brasileiro vive um momento histórico — e este texto é um convite para refletir além das premiações.
Entre conquistas inéditas, memória, identidade cultural e o fortalecimento da nossa indústria audiovisual, esse ensaio propõe um olhar sensível e crítico sobre o impacto das indicações e vitórias recentes para o Brasil e para o mundo.
Neste ensaio sensível e denso sobre Hamnet, Victor Finkler Lachowski entrelaça experiência pessoal, filosofia e teoria estética para refletir sobre o trágico, a criação artística e as marcas que a dor deixa naquilo que produzimos.
E se o verdadeiro monstro não fosse a destruição, mas aquilo que insiste em não passar? Aqui, Godzilla deixa de ser apenas ameaça física e se torna a materialização de uma ferida histórica que retorna sem aviso — e sem catarse. Um convite à leitura que troca o espetáculo pela reflexão e pergunta, sem concessões: o que significa seguir vivo quando o passado se recusa a ficar para trás?
[…] o filme se destaca por ser uma história que, na verdade, não é sobre vampiros no sentido tradicional, mas sim sobre dinâmicas familiares, o processo de autodescoberta e a aceitação de desejos intrínsecos.