12 de junho de 2026

O DESEJO QUE NUNCA FOI NOSSO: PASOLINI, POLANSKI E KUBRICK SOB O OLHAR DE LACAN

Partindo da psicanálise lacaniana e da ideia de que o cinema não entrega o desejo, mas ensina a desejar, Ian nos presenteia com esse texto que analisa Teorema, Lua de Fel e De Olhos Bem Fechados como variações de uma mesma inquietação: a descoberta de que aquilo que chamamos de desejo nunca se origina em nós, mas é despertado, moldado ou imposto pela presença, pela palavra ou pela confissão do Outro.